domingo, 7 de fevereiro de 2010
Repartir tal angústia que assombrava a mente e repentinamente meu corpo
Não me deixava levar por qualquer conversa boba
Entre uma tragada e outra, me pairei a pensar a beira de um precipício
Vendo as gotículas que ainda caiam sem destino pelo rosto e rapidamente escorregavam pelo meu corpo
Com um tom que soava irônico, inerte tudo aquilo que fiz e refiz
Minha postura ociosa repartiu-me em pedaços
(...)
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
domingo, 15 de novembro de 2009
E é entre suspiros cada vez mais ofegantes que me despeço,
ou o infinito chegou ao seu triunfal fim, ou sou eu, sou eu percorrendo tudo que já vi, menti, senti, outra vez.
A vida se tornou tão própria e única a mim, que me exita só ouvir as mentiras, porque as verdades, já me cansaram os ouvidos. Das verdades já me despi. Das verdades.
O ego já te tirou do sossego, o egoísmo já te fuzilou por dentro, por inteiro.
Sobrou os cacos, os cacos que eu procurei, achei, mas não quis colar, não quis juntar.
Não quis te amar.
ou o infinito chegou ao seu triunfal fim, ou sou eu, sou eu percorrendo tudo que já vi, menti, senti, outra vez.
A vida se tornou tão própria e única a mim, que me exita só ouvir as mentiras, porque as verdades, já me cansaram os ouvidos. Das verdades já me despi. Das verdades.
O ego já te tirou do sossego, o egoísmo já te fuzilou por dentro, por inteiro.
Sobrou os cacos, os cacos que eu procurei, achei, mas não quis colar, não quis juntar.
Não quis te amar.
domingo, 16 de agosto de 2009
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Dá agonia, e não para, como meus versos de amor.
Agora ficou tudo para mim. Com um ar egoísta.
Egocêntrico.
Agora ficou tudo para mim. Com um ar egoísta.
Egocêntrico.
Aquela madrugada juntos, tomei um café só para não dormir.
A cafeína me exita. Acendi um cigarro.
Senti a velha sensação de ter-te.
A cafeína me exita. Acendi um cigarro.
Senti a velha sensação de ter-te.
Aquela falta exacerbada...
Acendi mais um cigarro...
A cafeína não mais me exitou, estou com sono, me dá sono.
Acendi mais um cigarro...
A cafeína não mais me exitou, estou com sono, me dá sono.
Termine a merda da sua cerveja e vá embora.
Disse ele, disse eu.
Fui dormir e só acordei uma semana depois.
Como um fato desconhecido... como alguém ignoto ao meu olhar.
Disse ele, disse eu.
Fui dormir e só acordei uma semana depois.
Como um fato desconhecido... como alguém ignoto ao meu olhar.
Esqueci.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Me perco com a cabeça, as mãos e o coração (do qual perdi há tempos).
Me perco no tempo e na saudade.
E agora o som do violão imita a melodia mal feita que você inventou, imita a mórbida sensação de solidão. A solidão compartilhada.
Eu disse que preferia dormir nua, pois só à noite, naquele som do silêncio quebrado com os suspiros, consigo me sentir livre... E livre posso pensar, e apenas pensar que te tenho em mãos. Te tenho com o poder e o suspiro de sentir-te... Escorreguei, senti calafrios e finalmente por dentro dos lençois pude ter a liberdade. Santa chuva que hoje caiu, santa secura dentro de ti e que se abriu em mim.
Me perco no tempo e na saudade.
E agora o som do violão imita a melodia mal feita que você inventou, imita a mórbida sensação de solidão. A solidão compartilhada.
Eu disse que preferia dormir nua, pois só à noite, naquele som do silêncio quebrado com os suspiros, consigo me sentir livre... E livre posso pensar, e apenas pensar que te tenho em mãos. Te tenho com o poder e o suspiro de sentir-te... Escorreguei, senti calafrios e finalmente por dentro dos lençois pude ter a liberdade. Santa chuva que hoje caiu, santa secura dentro de ti e que se abriu em mim.
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